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	<title>Giotto Vaz Vassoa - VOID</title>
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	<description>A inovação  começa aqui</description>
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	<title>Giotto Vaz Vassoa - VOID</title>
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		<title>A Importância de UX Writing na Experiência do Utilizador de Produtos Digitais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giotto Vaz Vassoa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 07:46:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No cenário em constante evolução dos produtos digitais, a experiência do utilizador (UX) emergiu como um factor crítico para o sucesso de qualquer plataforma, aplicativo ou website. No coração desta experiência encontra-se o UX writing, uma disciplina muitas vezes subestimada, mas que desempenha um papel vital em garantir que os utilizadores em Moçambique e além [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No cenário em constante evolução dos produtos digitais, a experiência do utilizador (UX) emergiu como um factor crítico para o sucesso de qualquer plataforma, aplicativo ou website. No coração desta experiência encontra-se o UX writing, uma disciplina muitas vezes subestimada, mas que desempenha um papel vital em garantir que os utilizadores em Moçambique e além tenham interações fluídas e significativas com produtos digitais.</p>



<p><strong>Compreendendo o UX Writing:</strong></p>



<p>O UX writing refere-se à arte de criar conteúdo claro, conciso e orientado ao utilizador para interfaces digitais. Isso inclui textos em botões, mensagens de erro, instruções, notificações e qualquer outro texto que os utilizadores possam encontrar enquanto navegam por um produto digital. A sua importância vai muito além de simplesmente fornecer informações; o UX writing visa orientar, informar e encantar os utilizadores enquanto eles interagem com a tecnologia.</p>



<p><strong>Cultura e Língua:</strong></p>



<p>Num país tão diversificado e culturalmente rico como Moçambique, o UX writing desempenha um papel ainda mais crucial. As diferenças linguísticas, dialectais e culturais devem ser consideradas ao desenvolver conteúdo para produtos digitais. Ao adoptar uma abordagem centrada no utilizador, os escritores de UX podem garantir que o conteúdo ressoe com as diferentes audiências em Moçambique, criando uma experiência mais inclusiva e agradável.</p>



<p><strong>Clareza e Acessibilidade:</strong></p>



<p>A escrita de UX deve ser clara e directa, evitando ambiguidades e confusões. Em Moçambique, onde a acessibilidade digital é um desafio, a linguagem deve ser escolhida cuidadosamente para tornar a informação compreensível para todos, independentemente do nível de literacia digital. Ao simplificar os termos técnicos e adoptar uma linguagem coloquial, os escritores de UX podem garantir que o produto digital seja mais acessível para um público mais amplo.</p>



<p><strong>Personalização e Emoção:</strong></p>



<p>Para criar uma ligação genuína com os utilizadores, o UX writing pode incorporar elementos personalizados e emocionais. Incorporar expressões e frases que se alinhem com a cultura moçambicana pode criar uma sensação de familiaridade e pertencimento. Mensagens amigáveis e encorajadoras podem aumentar a confiança dos utilizadores e reduzir a frustração durante a interação com o produto digital.</p>



<p><strong>Feedback e Melhoria Contínua:</strong></p>



<p>A beleza do UX writing é que ele não é estático. Ao monitorar as interações dos utilizadores e recolher feedback, os escritores de UX têm a oportunidade de ajustar e melhorar continuamente o conteúdo. Isso é especialmente relevante em Moçambique, onde as preferências e as necessidades dos utilizadores podem mudar rapidamente devido a factores culturais, tecnológicos e sociais.</p>



<p><strong>Conclusão:</strong></p>



<p>Através do UX writing, os produtos digitais podem ultrapassar as barreiras linguísticas, culturais e de acessibilidade, proporcionando uma experiência gratificante e eficaz aos utilizadores em Moçambique. Ao investir na criação cuidadosa de conteúdo, as empresas podem construir relacionamentos mais sólidos com os seus utilizadores, gerando lealdade e sucesso a longo prazo. O UX writing não é apenas palavras; é uma ponte que liga os produtos digitais aos corações e mentes dos utilizadores.</p><p>The post <a href="https://void.co.mz/2023/08/09/a-importancia-de-ux-writing-na-experiencia-do-utilizador-de-produtos-digitais/">A Importância de UX Writing na Experiência do Utilizador de Produtos Digitais</a> first appeared on <a href="https://void.co.mz">VOID</a>.</p><p>O conteúdo <a href="https://void.co.mz/2023/08/09/a-importancia-de-ux-writing-na-experiencia-do-utilizador-de-produtos-digitais/">A Importância de UX Writing na Experiência do Utilizador de Produtos Digitais</a> aparece primeiro em <a href="https://void.co.mz">VOID</a>.</p>
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		<title>UX em Transformação: As Novas Tendências Tecnológicas como Catalisadoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giotto Vaz Vassoa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 06:55:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Introdução&#160; A Experiência do Utilizador (UX) é um elemento fundamental no desenvolvimento de produtos e serviços digitais. Ela se concentra em como os utilizadores interagem, percebem e experimentam uma determinada plataforma ou aplicativo. Com o avanço das tecnologias digitais, o campo da UX está a passar por uma transformação significativa, impulsionada pelas novas tendências. Neste [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Introdução&nbsp;</strong></p>



<p>A Experiência do Utilizador (UX) é um elemento fundamental no desenvolvimento de produtos e serviços digitais. Ela se concentra em como os utilizadores interagem, percebem e experimentam uma determinada plataforma ou aplicativo. Com o avanço das tecnologias digitais, o campo da UX está a passar por uma transformação significativa, impulsionada pelas novas tendências. Neste artigo, exploraremos as mudanças que estão a ocorrer na área de UX e como essas tendências estão a moldar a maneira como interagimos com a tecnologia.</p>



<p><strong>Aumento da Personalização&nbsp;</strong></p>



<p>Uma das principais tendências que está a impactar a UX é o aumento da personalização. Com o advento da inteligência artificial (IA) e do machine learning (aprendizado de máquina), os sistemas estão mais inteligentes e capazes de se adaptar às preferências individuais dos utilizadores. Isso permite que os produtos e serviços ofereçam experiências altamente personalizadas, que atendam às necessidades e desejos específicos de cada pessoa. Por exemplo, assistentes virtuais como a Siri e a Alexa estão cada vez mais aptos a entender e responder às solicitações dos utilizadores de maneira personalizada.</p>



<p>As empresas estão a utilizar dados e análises para compreender melhor o comportamento dos seus utilizadores e personalizar a interface e as recomendações de acordo com as suas preferências. Isso cria uma sensação de pertencimento e exclusividade, aumentando a satisfação e fortalecendo o vínculo com a plataforma.</p>



<p><strong>Integração da Realidade Virtual e Aumentada</strong>&nbsp;</p>



<p>Outra tendência tecnológica que está a afetar a UX é a integração da realidade virtual (RV) e aumentada (RA). Essas tecnologias são cada vez mais usadas para melhorar a interação entre o utilizador e o ambiente digital, proporcionando experiências imersivas e envolventes. Por exemplo, jogos e aplicativos de RV oferecem às pessoas a sensação de estar em um mundo virtual, enquanto a RA permite a sobreposição de elementos digitais ao mundo real. Essas tecnologias estão a expandir as possibilidades da UX, permitindo experiências mais envolventes e interativas.</p>



<p>Com a RV, os utilizadores podem explorar ambientes virtuais, interagir com objectos e até mesmo realizar tarefas que seriam difíceis ou perigosas na vida real. Já a RA possibilita a inserção de informações contextuais relevantes no mundo físico, como a exibição de rotas de navegação em tempo real ou a sobreposição de informações em objectos do mundo real. Essas tecnologias estão a transformar a maneira como as pessoas interagem com o mundo digital, proporcionando experiências imersivas e altamente interativas.</p>



<p><strong>Interfaces Conversacionais e Chatbots&nbsp;</strong></p>



<p>Com o surgimento de assistentes virtuais e chatbots, as interfaces conversacionais estão tornar-se cada vez mais comuns. Essas interfaces permitem que os utilizadores interajam com sistemas e aplicativos por meio de conversas naturais, usando linguagem falada ou escrita. Os chatbots, alimentados por IA, são capazes de entender e responder a perguntas dos utilizadores, fornecer suporte e até mesmo realizar transações. Essa abordagem simplifica a interação entre os utilizadores e a tecnologia, tornando a experiência mais fluida e intuitiva.</p>



<p>Os chatbots estão a ser aplicados em diversas áreas, desde o atendimento ao cliente até a assistência virtual em plataformas de comércio eletrónico. Eles oferecem respostas rápidas e precisas, eliminando a necessidade de navegar por menus e interfaces complexas. Estes assistentes virtuais estão a evoluir para além das respostas pré-programadas, tornando-se capazes de compreender o contexto da conversa e fornecer informações relevantes e personalizadas.</p>



<p><strong>Design Responsivo e Adaptativo</strong></p>



<p>Um tópico importante que está a influenciar a UX é o design responsivo e adaptativo. Com o aumento do uso de dispositivos móveis e a diversidade de tamanhos de tela, é essencial que os produtos e serviços digitais sejam projectados de forma a se adaptarem a diferentes dispositivos e resoluções de tela. O design responsivo e adaptativo permite que o layout e os elementos da interface se ajustem automaticamente para fornecer a melhor experiência possível, independentemente do dispositivo utilizado.</p>



<p>A abordagem responsiva foca na criação de layouts flexíveis que se adaptam ao tamanho da tela, redimensionando e reorganizando os elementos para garantir uma visualização e interação adequadas. Isso significa que um site ou aplicativo pode ser acessado tanto em um smartphone como em um tablet ou computador desktop, mantendo a usabilidade e a legibilidade.</p>



<p>Já o design adaptativo vai além da simples reorganização de elementos e leva em consideração as características específicas de cada dispositivo. Ele detecta o tipo de dispositivo, suas capacidades e limitações, e adapta a experiência de acordo. Isso pode envolver desde o ajuste do tamanho das imagens até a redução de recursos mais pesados em dispositivos com menor capacidade de processamento.</p>



<p>Ao adotar o design responsivo e adaptativo, as empresas podem garantir que seus produtos e serviços sejam acessíveis e utilizáveis em diferentes dispositivos, proporcionando uma experiência consistente e satisfatória para os utilizadores. Isso é especialmente importante em um cenário em que a mobilidade é cada vez mais comum e as pessoas esperam ter acesso às informações e funcionalidades de qualquer lugar, a qualquer momento.</p>



<p><strong>Conclusão</strong></p>



<p>À medida que a Experiência do Utilizador continua a evoluir, é seguro dizer que o futuro reserva ainda mais inovações e avanços transformadores. A personalização, a integração da realidade virtual e aumentada, as interfaces conversacionais e o design responsivo e adaptativo continuarão a desempenhar um papel fundamental na forma como interagimos com a tecnologia. No entanto, além dessas tendências actuais, novas abordagens e tecnologias surgirão, oferecendo experiências ainda mais aprimoradas. Pode-se esperar uma maior utilização da inteligência artificial e do aprendizado de máquina para proporcionar experiências ainda mais personalizadas e preditivas. A realidade aumentada e a realidade virtual podem se tornar ainda mais imersivas e integradas ao nosso cotidiano. As interfaces conversacionais podem evoluir para uma compreensão mais profunda e natural da linguagem humana. E o design responsivo e adaptativo certamente acompanhará o ritmo das novas tecnologias e dispositivos que ainda estão por vir. Com a rápida evolução da tecnologia e a constante busca por uma experiência do utilizador excepcional, o futuro da UX promete ser emocionante e cheio de possibilidades inexploradas.</p><p>The post <a href="https://void.co.mz/2023/06/07/ux-em-transformacao-as-novas-tendencias-tecnologicas-como-catalisadoras/">UX em Transformação: As Novas Tendências Tecnológicas como Catalisadoras</a> first appeared on <a href="https://void.co.mz">VOID</a>.</p><p>O conteúdo <a href="https://void.co.mz/2023/06/07/ux-em-transformacao-as-novas-tendencias-tecnologicas-como-catalisadoras/">UX em Transformação: As Novas Tendências Tecnológicas como Catalisadoras</a> aparece primeiro em <a href="https://void.co.mz">VOID</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Usabilidade, Acessibilidade e Design Centrado no Utilizador: Vantagens Competitivas Para Empresas no Digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giotto Vaz Vassoa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2023 07:27:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os princípios de UX design são os conceitos fundamentais e diretrizes que os designers seguem para criar experiências de utilizador eficazes e satisfatórias. Esses princípios incluem usabilidade, acessibilidade e design centrado no utilizador, e são essenciais para criar produtos que sejam fáceis de usar, acessíveis a todos os utilizadores e adaptados às necessidades e preferências [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os princípios de UX design são os conceitos fundamentais e diretrizes que os designers seguem para criar experiências de utilizador eficazes e satisfatórias. Esses princípios incluem usabilidade, acessibilidade e design centrado no utilizador, e são essenciais para criar produtos que sejam fáceis de usar, acessíveis a todos os utilizadores e adaptados às necessidades e preferências do público-alvo.</p>



<p>A usabilidade se refere à facilidade de uso e facilidade de aprendizado de um produto. Um produto com boa usabilidade é intuitivo, eficiente e agradável de usar, e permite que os utilizadores alcancem seus objetivos sem frustração ou confusão. Para alcançar boa usabilidade, os designers devem considerar as habilidades cognitivas, limitações físicas e conhecimento técnico dos utilizadores, e devem projetar a interface do utilizar de maneira consistente, clara e previsível.</p>



<p>A acessibilidade se refere à capacidade de um produto ser usado por pessoas com deficiências. Um produto com boa acessibilidade é projectado para ser inclusivo e usável por utilizadores com uma ampla gama de habilidades, incluindo utilizadores cegos, surdos ou com mobilidade reduzida. Para alcançar boa acessibilidade, os designers devem seguir diretrizes e padrões de acessibilidade, como os Web Content Accessibility Guidelines (WCAG), e devem testar o produto com um grupo diversificado de utilizadores para garantir que funcione para todos.</p>



<p>O design centrado no utilizador é uma abordagem de design que se concentra nas necessidades, preferências e objetivos do mesmo. Em design centrado no utilizador, os designers envolvem os utilizadores no processo de design, colectam feedback deles e iteram no design com base neste. Essa abordagem ajuda os designers a criar produtos que são úteis, usáveis e desejáveis para o público-alvo, e leva a maior satisfação e lealdade do utilizador.</p>



<p>O design centrado no utilizador se aplica a vários tipos de produtos, incluindo (mas não limitado a) produtos digitais, como aplicativos, websites e plataformas on-line. Em produtos digitais, o design centrado no utilizador inclui a realização de pesquisas com os utilizadores, o desenvolvimento de personas e cenários de utilizadores, a criação de protótipos e a realização de testes com utilizadores. Isso permite que os designers entendam as necessidades e expectativas dos utilizadores e criem interfaces de utilizador que sejam fáceis de usar e adaptadas às suas necessidades.</p>



<p>Existem várias vantagens em aplicar o design centrado no utilizador em produtos digitais. Em primeiro lugar, essa abordagem garante que os produtos sejam realmente úteis e valiosos para os utilizadores, o que aumenta a satisfação e a lealdade destes. Em segundo lugar, o design centrado no utilizador permite aos designers identificar problemas e oportunidades no design precocemente, o que economiza tempo e recursos ao longo do processo de desenvolvimento. Em terceiro lugar, o design centrado no utilizador ajuda a garantir que os produtos sejam acessíveis e inclusivos para utilizadores com diferentes habilidades e necessidades.</p>



<p>Em resumo, o design centrado no utilizador é uma abordagem crucial para criar produtos digitais que não serão ignorados pelos utilizadores. Ao envolvê-los no processo de design e iterar com base no feedback deles, os designers podem criar produtos que atendam às necessidades dos utilizadores e proporcionem uma experiência de utilizador positiva e satisfatória.</p>



<p>Desenhar produtos digitais com foco no utilizador é uma abordagem cada vez mais popular nas empresas que estão a migrar para o digital. Isso se deve ao facto de que, quando os produtos são desenhados com as necessidades e desejos dos utilizadores em mente, eles tendem a ser mais eficientes e atraentes. No entanto, é importante que as empresas tenham cuidado ao adoptar esse enfoque. Aqui estão 5 cuidados que as empresas devem ter ao usar o design centrado no utilizador para desenvolver produtos digitais:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Conheça seus utilizadores: antes de começar a desenhar um produto, é crucial que as empresas conheçam seus utilizadores e entendam suas necessidades, desejos e limitações. Isso pode ser feito por meio de pesquisas de mercado, entrevistas com utilizadores e testes de usabilidade.</li>
</ol>



<ol class="wp-block-list" start="2">
<li>Defina claramente os objetivos do produto: antes de começar a desenhar um produto, as empresas devem definir claramente os objetivos do mesmo. Isso vai ajudar a garantir que o produto seja desenhado de maneira a atender às necessidades dos utilizadores e a alcançar os objetivos da empresa.</li>
</ol>



<ol class="wp-block-list" start="3">
<li>Crie protótipos: antes de começar a desenvolver um produto, é importante criar protótipos para testar suas hipóteses de design. Isso pode ajudar a identificar problemas com o design do produto antes que ele seja desenvolvido completamente, economizando tempo e dinheiro.</li>
</ol>



<ol class="wp-block-list" start="4">
<li>Realize testes de usabilidade: é crucial que as empresas realizem testes de usabilidade com usuários reais para garantir que o produto é fácil de usar e atende às suas necessidades. Isso pode ser feito por meio de testes de usabilidade em laboratório ou em campo.</li>
</ol>



<ol class="wp-block-list" start="5">
<li>Considere diferentes dispositivos: em um mundo cada vez mais móvel, é importante que as empresas considerem como o produto será usado em diferentes dispositivos, como smartphones, tablets e computadores. Isso vai ajudar a garantir que o produto seja fácil de usar em qualquer dispositivo.</li>
</ol>



<p>Os princípios de UX design são importantes no desenvolvimento de produtos digitais porque eles garantem que o produto seja fácil de usar, atraente e eficiente. Quando um produto é desenhado com base nos princípios de UX design, ele é desenhado com as necessidades e desejos dos utilizadores em mente, o que torna o produto mais satisfatório para eles e aumenta a sua satisfação com o produto. Além disso, os produtos desenhados com base nos princípios de UX design tendem a ser mais eficientes, o que pode ajudar a economizar tempo e dinheiro. Estes pontos são importantes para todas as empresas que pretendem ter um crescimento saudável no mercado.</p><p>The post <a href="https://void.co.mz/2023/01/17/usabilidade-acessibilidade-e-design-centrado-no-utilizador-vantagens-competitivas-para-empresas-no-digital/"><strong>Usabilidade, Acessibilidade e Design Centrado no Utilizador: Vantagens Competitivas Para Empresas no Digital</strong></a> first appeared on <a href="https://void.co.mz">VOID</a>.</p><p>O conteúdo <a href="https://void.co.mz/2023/01/17/usabilidade-acessibilidade-e-design-centrado-no-utilizador-vantagens-competitivas-para-empresas-no-digital/">&lt;strong&gt;Usabilidade, Acessibilidade e Design Centrado no Utilizador: Vantagens Competitivas Para Empresas no Digital&lt;/strong&gt;</a> aparece primeiro em <a href="https://void.co.mz">VOID</a>.</p>
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		<title>Prototipagem como ferramenta para desenvolvimento de software</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giotto Vaz Vassoa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2022 14:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem várias fases no processo de desenvolvimento de software e todas estas são importantes para o produto final. Algumas destas fases são exclusivamente da equipa de desenvolvimento (programadores), outras fases são ligadas à pesquisa, gestão e design do produto que será desenvolvido.&#160; A prototipagem é uma destas fases de desenvolvimento. Ela consiste em desenhar um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem várias fases no processo de desenvolvimento de software e todas estas são importantes para o produto final. Algumas destas fases são exclusivamente da equipa de desenvolvimento (programadores), outras fases são ligadas à pesquisa, gestão e design do produto que será desenvolvido.&nbsp;</p>



<p>A prototipagem é uma destas fases de desenvolvimento. Ela consiste em desenhar um protótipo do produto que será entregue aos programadores e estes, por sua vez, utilizarão do mesmo como referência para o fluxo da plataforma, o design visual e de interacção da mesma.</p>



<p>A prototipagem é importante neste processo porque ele permite com que todos os stakeholders e a equipa de desenvolvimento tenham uma visão clara de como o produto deve ser e como ele vai responder às questões de negócio e técnicas dentro do ecosistema em que ele está inserido. Os protótipos também permitem com que a ideia do produto seja testada mesmo antes do desenvolvimento do mesmo. Esta última é de grande importância porque ela garante que se encontrem falhas nos fluxos e nas formas como foram construídas as interfaces antes que o produto venha a ser desenvolvido. Ter essa informação antes de se desenvolver o produto é crucial não só porque informa a equipa sobre o que deve ser melhorado mas reduz significativamente o tempo de desenvolvimento do produto, sendo que encontrar as falhas ao meio do processo de programação faz com que a equipa tenha de fazer as alterações nessa etapa do processo, o que não é tão sustentável como fazer as alterações na fase da prototipagem.</p>



<p>Existem diferentes formas de prototipar um produto digital, desde a criação de wireframes de papel ou esboços até aos protótipos de alta fidelidade. Cada um destes servem à propósitos diferentes.&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Wireframes de papel: </strong>estes são feitos utilizando papel e caneta, mantendo o custo da prototipagem barato e também forçando que haja uma rápida iteração do produto. Este tipo de protótipos é geralmente útil para rapidamente pensar nas diferentes formas como o produto pode resolver determinados problemas, os tipos de funcionalidades que este terá e ajuda a tomar decisões-chave sobre o que o projecto deve incluir.</li>
</ol>



<ol class="wp-block-list" start="2">
<li><strong>Protótipos de Baixa Fidelidade:</strong> Estes são normalmente tidos como o esqueleto 2D do produto, apresentando as funcionalidades do mesmo, focando no fluxo de navegação do mesmo, como as telas se relacionam uma com a outra. É um tipo de protótipo que encoraja aos intervenientes a dar feedback sobre a funcionalidade do produto e não se distrair com seus aspectos visuais, uma vez que estes são muito limitadamente representados. Na VOID, utilizamos o Adobe XD para fazer este tipo de protótipos.&nbsp;</li>
</ol>



<ol class="wp-block-list" start="3">
<li><strong>Protótipos de Alta Fidelidade: </strong>Aqui temos todos os elementos que vão fazer parte do produto final. Todos os elementos visuais, as interacções, os fluxos. Protótipos da alta fidelidade são uma representação fiél do que se pretende que seja o software que a equipa de desenvolvimento irá produzir. Não só serve para alinhar todas as expectativas dentro da equipa e de todos os intervenientes do processo de desenvolvimento como também é comumente utilizado para testar junto à potenciais utilizadores para colher feedback e se perceber quais são os pontos que a equipa deve ter mais atenção e trabalhar melhor para que estes utilizadores tenham a melhor experiência possível.</li>
</ol>



<p>Os protótipos servem, de forma geral, para visualizar o produto final mesmo que este ainda não tenha começado a ser desenvolvido. Ele serve para alinhar também a visão dos stakeholders sobre o projecto, gerindo as expectativas de forma mais sustentável. Serve para testar junto aos utilizadores a viabilidade do mesmo e ajudar a melhorar a experiência que estes terão com o produto final.</p>



<p>Recentemente, com o nosso projecto da Sonil, tivemos uma sessão de pesquisa do utilizador junto aos futuros utilizadores da plataforma que estariamos a desenvolver. Durante o processo, desenvolveram-se protótipos para testar com estes utilizadores, tendo em conta que as pessoas que viriam a utilizar a plataforma tem uma baixa literacia digital. Utilizamos os protótipo de alta fidelidade para os testes e tivemos feedback sobre o funcionamento do mesmo e de como estava a ser a experiência de cada uma das pessoas que testou o protótipo. Com essa informação, fomos capazes de fazer melhorias e desenvolver um produto que melhor respondesse às necessidades destes utilizadores. Agora o software está em utilização e o processo de design e desenvolvimento continua, alimentado pelo feedback que a nossa equipa recebe e utiliza para melhorar o produto e tornar a experiência destes utilizadores cada vez melhor.</p>



<p>Os protótipos são a ponte entre a visão e o produto final. Eles juntam as diferentes partes da equipa e fornecem claridade sobre a direcção que o desenvolvimento dos produtos devem levar. É o ponto de convergência de todas as conversas sobre o produto, deste a parte de experiência do utilizador, negócios e tecnologia.&nbsp;</p><p>The post <a href="https://void.co.mz/2022/11/01/prototipagem-como-ferramenta-para-desenvolvimento-de-software/">Prototipagem como ferramenta para desenvolvimento de software</a> first appeared on <a href="https://void.co.mz">VOID</a>.</p><p>O conteúdo <a href="https://void.co.mz/2022/11/01/prototipagem-como-ferramenta-para-desenvolvimento-de-software/">Prototipagem como ferramenta para desenvolvimento de software</a> aparece primeiro em <a href="https://void.co.mz">VOID</a>.</p>
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		<title>O processo de Desenvolvimento de Produtos Digitais na Perspectiva de um Designer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giotto Vaz Vassoa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2022 08:11:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Design é parte integrante de qualquer processo de desenvolvimento de produto; de forma geral, sem design (projecção), torna-se complexo inovar. Um designer de produto conceitua o resultado final desejado antes do início de qualquer codificação. Dependendo da natureza do projeto, os designers trabalham em equipes para criar um produto que atenda às necessidades do cliente. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Design é parte integrante de qualquer processo de desenvolvimento de produto; de forma geral, sem design (projecção), torna-se complexo inovar. Um designer de produto conceitua o resultado final desejado antes do início de qualquer codificação. Dependendo da natureza do projeto, os designers trabalham em equipes para criar um produto que atenda às necessidades do cliente. Neste artigo, discutiremos o que um designer faz em uma equipe de desenvolvimento de produto e como ele contribui para um produto acabado e para a inovação no geral.</p>



<p>Um produto digital tem várias fases de desenvolvimento. Todas essas fases são importantes para garantir que o produto funcione para o fim pretendido e atenda às necessidades daqueles para quem o produto está a ser projetado. O desenvolvimento bem-sucedido de produtos digitais precisa seguir um conjunto de diretrizes para se ter o melhor resultado possível. Existem alguns requisitos que precisam ser atendidos para que um produto seja desenvolvido de forma integrada, evitando atritos entre as diferentes equipes que estão a trabalhar no produto. É um trabalho de equipe e é fundamental que a equipe entenda cada parte que vai desempenhar algum papel para que o produto seja entregue. Do ponto de vista de um designer, é importante que ele entenda o quadro geral, especialmente trabalhando em uma equipe pequena, onde a comunicação pode ser facilmente tratada, de modo que os processos se tornem transparentes para todos envolvidos. O designer tem que ter acesso ao briefing do projeto onde ele vai entender do que se trata o mesmo, qual é o seu escopo e qual é o ponto de dor que eles estão a tentar resolver para o cliente. Após entender o brief é importante que o designer participe do processo de pesquisa de experiência do utilizador, onde ele estará a conversar ou a acompanhar as conversas com potenciais utilizadores do produto que será desenvolvido e ouvirá desses potenciais utilizadores como o produto será útil para eles.</p>



<p>Aqui se encontrará informações valiosas que depois poderão ser traduzidas em características e funcionalidades que o produto pode ter.</p>



<p>Outra fase que é importante para o designer participar é a fase de brainstorming. A fase de brainstorming é importante porque é onde a equipe apresentará ideias sobre como o produto deve funcionar para atender às necessidades de seus utilizadores finais. É fundamental ter em mente que a fase de brainstorming é uma fase em que todas as ideias devem ser bem-vindas, mas nem todas as ideias serão aplicadas. Uma parte importante dessa fase é sempre voltar ao brief e deixar a equipe também ser informada pelo resultado da pesquisa de experiência do utilizador para que as ideias selecionadas reflitam o que se espera do produto de acordo com esses dois itens.</p>



<p>Depois que a fase de brainstorming estiver concluída, o próximo passo é o designer criar esboços e wireframes de como o aplicativo deve ser apresentado visualmente e como o mesmo funcionará. Aqui, o designer interage com os restantes membros da equipe para garantir que a jornada do utilizador que está a ser mapeada seja a melhor para os utilizadores finais. É trabalho do designer garantir que haja o menor atrito possível para o utilizador, a fim de atingir seus objetivos dentro do aplicativo. Após a aprovação dos wireframes, é hora de desenvolver protótipos de alta fidelidade para serem entregues à equipe de desenvolvimento de software que usará esses protótipos para desenvolver o projeto utilizando código e programação. Esses protótipos de alta fidelidade devem ter os visuais e as interações com as quais o utilizador irá interagir ao usar o produto. Depois que os protótipos estiverem prontos e todos aprovados, o próximo passo é enviar os protótipos para a equipe de desenvolvimento juntamente com os assets que a equipe precisará para codificar o front-end do aplicativo.</p>



<p>Esses assets incluem todas as imagens, ícones, cores, textos, fontes e outros materiais interativos que o designer usou para produzir os protótipos. Uma vez a equipe de desenvolvimento obtém esses assets e os protótipos, usa-os para desenvolver o produto. No entanto, o design e desenvolvimento de um produto digital não é um processo linear. É um processo iterativo e todas as fases sobre as quais falamos anteriormente podem ser revisitadas. Na verdade, revisitar essas fases (com o framework certo em mente) garante que a equipe se aproxime cada vez mais das necessidades dos utilizadores, criando para eles produtos inovadores. O processo de design e desenvolvimento de produtos digitais é, em sua essência, um processo liderado por um pensamento inovador. Para nós, não basta apenas construir um produto, software ou aplicativo e depois implantá-lo sem considerar a melhor forma de atender às necessidades dos clientes e seus utilizadores.</p>



<p>Uma vez que o produto tenha sido desenvolvido com sucesso pela equipe de desenvolvimento de software, ele é testado com utilizadores reais para garantir que atenda às suas necessidades e que haja o mínimo de atrito possível para que eles atinjam seus objetivos finais com o aplicativo. Durante os testes, a equipe presta atenção aos pontos problemáticos que os utilizadores podem ter ao usar a app e, em seguida, registam esses pontos problemáticos e voltam à prancheta para garantir que eles sejam abordados por meio de design e desenvolvimento que agregue valor ao produto final e, por extensão, ao próprio utilizador. Esse processo de design centrado no ser humano ajuda a equipe a desenvolver um produto realmente útil para o utilizador que é o requisito número um para que a inovação ocorra: desenvolver sempre tendo as pessoas e suas reais necessidades como prioridade.</p>



<p>Resumindo, a principal função de um designer em uma equipe de desenvolvimento de produto é a conceituação &#8211; ou o processo de visualizar um resultado final antes de criá-lo. O designer define as características e funções que o produto final deve possuir. Isso requer conhecimento e compreensão de várias práticas e técnicas de design. Ele também entende como usar softwares de prototipagem criar protótipos realistas de seus conceitos. Isso permite que ele comunique suas ideias de forma clara e eficiente com colegas e gestores para que eles entendam sua visão para o projeto.</p>



<p>O design é uma parte essencial da criação de qualquer produto ou serviço que se baseie em inovação, fazendo com que este seja uma parte integrante da criação de ideias inovadoras. O processo de desenvolvimento de produtos digitais é caracterizado por colaboração, que é também uma parte essencial para dar vida a um projetos inovadores. Por isso, é importante que todo designer apresente o seu trabalho de forma clara para que seja fácil com que os outros membros da equipe segam para facilitar a colaboração, encorajar a empatia e refinar a visão holística que permitem com que haja um caminho para a inovar.</p><p>The post <a href="https://void.co.mz/2022/10/11/o-processo-de-desenvolvimento-de-produtos-digitais-na-perspectiva-de-um-designer/">O processo de Desenvolvimento de Produtos Digitais na Perspectiva de um Designer</a> first appeared on <a href="https://void.co.mz">VOID</a>.</p><p>O conteúdo <a href="https://void.co.mz/2022/10/11/o-processo-de-desenvolvimento-de-produtos-digitais-na-perspectiva-de-um-designer/">O processo de Desenvolvimento de Produtos Digitais na Perspectiva de um Designer</a> aparece primeiro em <a href="https://void.co.mz">VOID</a>.</p>
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		<title>Interfaces Digitais e a Influência destas sobre os negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giotto Vaz Vassoa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 07:16:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Transformação Digital é um tópico cada vez mais presente no nosso dia-a-dia e por bons motivos. Maior parte dos processos de negócios passaram do analógico para o digital e essa tendência só tende a aumentar. Apesar desta automatização em massa, muitos destes processos ainda são regidos por pessoas reais que utilizam destas ferramentas para [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://void.co.mz/2022/09/27/interfaces-digitais-e-a-influencia-destas-sobre-os-negocios/">Interfaces Digitais e a Influência destas sobre os negócios</a> first appeared on <a href="https://void.co.mz">VOID</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Transformação Digital é um tópico cada vez mais presente no nosso dia-a-dia e por bons motivos. Maior parte dos processos de negócios passaram do analógico para o digital e essa tendência só tende a aumentar. Apesar desta automatização em massa, muitos destes processos ainda são regidos por pessoas reais que utilizam destas ferramentas para aumentar a eficácia e a rapidez do seu trabalho.</p>



<p>Mesmo assim, existem algumas barreiras que podem fazer com que a transformação digital seja mais um problema do que uma solução, sendo que uma das principais barreiras é uma interface do utilizador mal projectada e que, por consequência, dificulta o uso do produto digital por parte do utilizador.</p>



<p>Trabalhar com o que o utilizador vê (frontend) é tão importante quanto trabalhar com toda a programação e todos os processos de automatização que o utilizador não vê (backend). Isso porque um produto pode estar a funcionar devidamente, sem nenhum erro e mesmo assim não ser intuitivo o suficiente para que o utilizador mexa no mesmo sem nenhum tipo de atrito.</p>



<p>Por isso é importante projectar as interfaces para que elas sejam amigáveis. Elas devem ser simples o suficiente para não atrapalhar na navegação, devem ser directas para que o utilizador encontre o que procura e siga o fluxo escolhido sem dificuldades, devem respeitar a forma como os utilizadores interagem com o mundo visual, utilizando layouts que sejam fáceis de perceber.</p>



<p>Para se ter estes aspectos resolvidos em interfaces digitais, é necessário projectar as mesmas passando por um processo que inicia por empatizar com o utilizador final e vai até testes de usabilidade com os mesmos. Este processo é designado como Design de Interface do Utilizador.</p>



<p>Design de Interface do Utilizador tem a sua raiz nos tradicionais processos de Design para projectar interfaces que sejam intuitivas e facilitem o uso do produto digital para o qual a interface está a ser desenhada. Design de Interfaces Digitais utilizam regras do tradicional Design Gráfico (comumente referido como Design Visual quando se trata de interfaces digitais), aplicando conceitos como tipografia, hierarquia, contraste, cor, e outros.</p>



<p>Para além de uma boa aparência, é necessário que as interfaces sejam funcionais. Para isso é importante garantir que a navegação siga fluxos claros, levando o utilizador a sair de ponto A à ponto B sem complicações. A funcionalidade de uma interface depende de quão bem ela foi projectada tendo o utilizador como o centro do produto. Esta forma de projectar interfaces dá-se o nome de Design Centrado no Humano (ou Human-Centered Design, em inglês).</p>



<p>O que nos leva para a outra disciplina relevante para o processo de Design de Interfaces que é o Design da Experiência do Utilizador. Esta cinge-se maioritariamente na necessidade que há de se desenvolver produtos digitais que proporcionem uma boa experiência para quem o produto foi desenvolvido.</p>



<p>Popularmente, interfaces digitais são divididas em interfaces para web (maioritariamente websites e aplicações web) e mobile (aplicativos móveis para telefones e tablets). Mas existem vários outros formatos de interfaces como os dos relógios inteligentes, interfaces de electrodomésticos, automóveis, e outros produtos que tenham algum tipo de interacção digital. Umas mais complexas do que outras, todas estas interfaces devem ser intencionalmente projectadas tendo em conta os seus utilizadores finais.</p>



<p>Nem todas as interfaces digitais são projectadas para ter os mesmos tipo de interacções. Existem as interfaces gráficas, que são as mais populares, onde o utilizador interage com base nos painéis visuais que nela existem; as interfaces controladas por voz, onde as interacções são feitas exclusivamente a partir de comandos de voz; e as interfaces baseadas em gestos ou interfaces gestuais, que são as que os utilizadores fazem uso de gestos e movimentos corporais para interagir com as tais.</p>



<p>E como é que Interfaces Digitais afectam directamente em negócios? Vamos aqui colocar alguns cenários e examiná-los com base em regras de bom Design para Interfaces Digitais.</p>



<p><strong>Cenário 1:</strong> Uma empresa acaba de colocar o seu site online e espera, através dele, aumentar as suas vendas. A empresa promove o site nas redes sociais e até paga por publicidade para aumentar o tráfego que vai receber. Apesar do seu site estar a receber muito tráfego, não foi capaz de converter nenhum visitante em um cliente. Isso pode dar-se por alguns motivos:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>O Design não comunica os valores da marca nem ré-enforça a confiança dos consumidores/potenciais consumidores sobre a mesma. É necessário que todo o exercício que foi feito para alinhar os valores da empresa reflita na forma como eles são apresentados no site, fazendo com que o utilizador tenha uma conexão emocional com o mesmo a ponto de levá-lo a ter uma boa experiência de navegação e a tomar uma acção (caso existam call-to-action claros no site);</li>
</ol>



<ol class="wp-block-list" start="2">
<li>O Design deve prever as necessidades dos utilizadores. É importante criar sites que tenham uma jornada clara para que os seus utilizadores possam segui-la de forma natural, sem frustrações. Prever as suas necessidades implica colocar o layout do site organizado de tal maneira que este responda em sua navegação, de forma clara e inequívoca, as necessidades dos utilizadores.</li>
</ol>



<ol class="wp-block-list" start="3">
<li>O seu texto deve ser persuasivo e esclarecedor. Se os seus utilizadores não perceberem de forma clara o que o seu negócio oferece e não se sentirem conectados ao ponto de tomar uma acção, mesmo tendo uma navegação bem estabelecida, o seu website terá dificuldades em converter visitantes em potenciais clientes. É importante ter em conta que maior parte das pessoas não interagem com texto online da mesma forma como elas interagem com textos offline e utilizar esse conhecimento em seu favor para criar textos que vendem.</li>
</ol>



<p><strong>Cenário 2:</strong> Uma startup que baseia-se num aplicativo móvel. Este aplicativo é o seu produto principal e por isso a startup promove-o sempre que pode para aumentar as chances do seu negócio obter sucesso. Mas, apesar de obter vários downloads nas lojas de apps online, os seus utilizadores parecem não estar engajados com o mesmo da forma que se espera, o que cria frustração principalmente por já ter testado e provado que é uma solução muito bem-vinda e útil para a comunidade-alvo. Alguns dos motivos para esta falta de engajamento podem ser:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>O seu aplicativo não permite finalizar tarefas de forma fácil, simples e com o mínimo de esforço possível. É importante facilitar a jornada do utilizador ao interagir com a sua solução digital, retirando todo e qualquer passo desnecessário para chegar a um determinado resultado. Quanto mais elementos e etapas existirem entre o utilizador e o seu objectivo, mais frustrante se torna utilizar a aplicação e menos engajados estarão os seus utilizadores.</li>
</ol>



<ol class="wp-block-list" start="2">
<li>O seu aplicativo deve focar-se em usabilidade. Pode ser tentador colocar elementos visuais ou textuais que, a primeira vista, tornam o aplicativo mais “atrativo”. Porém, quando mal aplicados, estes elementos podem causar distração e até tornar-se um impedimento para a usabilidade da sua solução. É importante manter em mente sempre o objectivo da aplicação e somente adicionar elementos que agreguem valor a este fim.</li>
</ol>



<ol class="wp-block-list" start="3">
<li>A solução que desenvolveu dispensa qualquer senso estético que podia ser útil para a usabilidade. Em contraste com o ponto anterior, elementos visuais, quando aplicados de forma correcta, tornam-se elementos funcionais. Quando algo tem uma boa aparência, é naturalmente visto pelas pessoas como tendo uma boa usabilidade, mesmo que este não seja o caso. A chave é colocar os elementos visuais de forma com que estes sejam realmente úteis para a aplicação e não o contrário.</li>
</ol>



<p>Existem vários outros cenários que podíamos trazer para mostrar o impacto que uma Interface do Utilizador pode ter em seu negócio. O importante é saber que o processo de Design de Interfaces Digitais serve para entender as necessidades dos utilizadores e desenhar com base nelas, projectando a melhor solução para os objetivos que se pretendem alcançar. Cá na VOID nós trabalhamos com o Desenho e Desenvolvimento de soluções digitais como Websites e Aplicativos móveis e utilizamos os processos de Design de Interfaces Digitais para entregar as melhores soluções para os nossos clientes e para os clientes destes.</p><p>The post <a href="https://void.co.mz/2022/09/27/interfaces-digitais-e-a-influencia-destas-sobre-os-negocios/">Interfaces Digitais e a Influência destas sobre os negócios</a> first appeared on <a href="https://void.co.mz">VOID</a>.</p><p>O conteúdo <a href="https://void.co.mz/2022/09/27/interfaces-digitais-e-a-influencia-destas-sobre-os-negocios/">Interfaces Digitais e a Influência destas sobre os negócios</a> aparece primeiro em <a href="https://void.co.mz">VOID</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Branding: Reputação de Marca ou Identidade Visual?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giotto Vaz Vassoa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2022 07:33:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Palavra “Branding” tem sido muito utilizada quando o assunto é “construção de marca”. Algumas vezes o conceito é utilizado para falar sobre a construção da reputação de uma marca e outras vezes é utilizado para definir o processo de construção de uma identidade visual. Mas qual dos dois é o correcto? A verdade é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Palavra “Branding” tem sido muito utilizada quando o assunto é “construção de marca”. Algumas vezes o conceito é utilizado para falar sobre a construção da reputação de uma marca e outras vezes é utilizado para definir o processo de construção de uma identidade visual. Mas qual dos dois é o correcto?</p>



<p>A verdade é que Branding é uma palavra utilizada em duas indústrias diferentes com propósitos diferentes. Para Gestores de Marca, Branding é o processo de desenvolvimento de impressões (mensagens, elementos visuais, auditívos, sensoriais, interacções) para construir a reputação de uma marca na mente do seu público consumidor e não consumidor. Parte da comunidade de Design utiliza a palavra Branding para falar sobre o desenvolvimento de elementos de Identidade Visual (desde o logotipo da marca até as suas diferentes aplicações).</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center down is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“<em><em><em>Branding é o processo de desenvolvimento de impressões (mensagens, elementos visuais, auditívos, sensoriais, interacções) para construir a reputação de uma Marca na mente do seu público.</em></em></em>&#8221; </p>
</blockquote>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Apesar da Identidade Visual fazer parte dos elementos que compõem a construção da reputação da marca, a Identidade Visual sozinha não pode traduzir-se completamente no conceito de marca. O grande problema generalizado é que mesmo o conceito de marca se transforma quando aplicado em diferentes contextos. Em seu livro “Princípios de Marketing”, Philip Kotler define marca como sendo “nome, termo, símbolo de sinal (ou uma combinação destes) que identifica o fabricante ou vendedor do produto&#8221;. Esta definição dá espaço para que este conceito seja adaptado para servir diferentes propósitos, dependendo de quem o aplica e do contexto em que tal aplicação é feita.</p>



<p>No caso da Identidade Visual, a marca é o símbolo visual reconhecível pelo seu público alvo e que representa o produto ou serviço no qual ela está anexada. Os outros elementos da identidade visual tornam-se, em casos destes, agentes fortalecedores da mensagem principal que o símbolo (de forma abstracta e conceptual) ou logotipo (de forma concreta e pragmática) transmitem para os seus consumidores.</p>



<p>O objectivo da Identidade Visual é de reforçar os valores fundamentais da marca de forma visual. Para além disso, uma identidade visual bem construída é capaz de contar a história da marca sem que haja necessidade de comunicar com palavras.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center top is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“<em><em><em><em><em>O objectivo da Identidade Visual é de reforçar os valores fundamentais da Marca de forma visual</em>.</em></em></em></em>&#8220;</p>
</blockquote>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Os aspectos chaves para se ter uma Identidade Visual (e, por extensão, uma reputação da marca) que realmente adicione valor ao produto ou serviço que ela representa são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Relevância</strong></li>
</ul>



<p>A audiência ou público alvo para qual a marca comunica deve estar bem definido para que ela possa escolher, de forma relevante, como comunicar a sua mensagem. É importante que a marca conheça os seus consumidores para projectar a sua comunicação para estes.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Distintividade</strong></li>
</ul>



<p>Para uma marca se distinguir, ela precisa se destacar entre a competição e mesmo assim&nbsp; ser reconhecível e memorável. Ter uma marca que se distingui visualmente (e não só) faz com que as chances do seu consumidor ideal escolher o seu negócio e não a competição sejam maiores. Uma marca que se distingue deve fazê-lo sem ferir a sua relevância para o público para o qual comunica.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Simplicidade</strong></li>
</ul>



<p>A distintividade deve ser acompanhada pela simplicidade. Isso porque se uma marca for complexa demais, as chances dela ser memorável reduzem drasticamente e pode afectar os resultados do seu negócio. Uma marca simples facilita na reconhecibilidade da mesma. Manter uma marca simples também ajuda a promover claridade na mensagem que a marca pretende comunicar.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Consistente</strong></li>
</ul>



<p>A consistência da marca não está somente na aplicação da mesma em diversos suportes ou nas diversas plataformas em que o consumidor interage com ela. Consistência está também associada ao tempo. Existem várias tendências que vão e vêm a medida em que o tempo passa. Estas tendências tornam-se populares e, depois de um período, elas perdem a sua popularidade e tornam-se obsoletas. Para não cair no erro de desenhar uma marca que perderá a sua consistência por ter seguido uma determinada tendência, é importante projectar a mesma pensando à longo prazo e não apenas no momento em que ela será lançada ao público.&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Funcional</strong></li>
</ul>



<p>As marcas precisam ser aplicadas em vários suportes. Alguns destes suportes podem ser enormes como peças impressas, banners e outdoors. Pode também ser necessário aplicar as mesmas em algo tão pequeno como o fav icon de um website cujo tamanho é tipicamente de apenas 16 píxeis quadrados. A marca precisa funcionar bem em qualquer um destes formatos e outros.</p>



<p>Estes conceitos podem ser aplicados transversalmente entre a gestão de reputação e a Identidade Visual da marca, observando o objecto e o objectivo de cada uma destas disciplinas. Apesar destes serem comumente referidos quando se fala especificamente de Identidades Visuais, estes conceitos podem também (em seu núcleo ou por extensão) ajudar a projectar a reputação da marca, tocando em mais do que uma definição do termo “Branding”.</p>



<p>Cá na Void, tomamos uma abordagem holística para o processo de Branding. Trabalhamos desde o desenvolvimento do conceito da marca que vai ser desenvolvida e, com base no mesmo, construímos todos os elementos visuais, interactivos, textuais e outros que farão parte dela. Desenvolver uma narrativa que se conecte com todos os elementos da marca e que possa ser transmitida para o consumidor final é importante para conectar o público à mensagem. Um exemplo desta construção é a marca que desenvolvemos para a <a href="https://void.co.mz/maputo-provincia/">Província de Maputo</a>, onde criamos marca e a estratégia para promovê-la no contexto global, regional e nacional. Também utilizamos esta abordagem nas marcas dos nossos produtos internos como o <a href="https://ubi.co.mz/">UBI</a> e o <a href="https://fidli.co.mz/">Fidli</a>.</p>



<p>Branding é um conceito que se transforma de indústria para indústria, mas mantendo as suas raízes no conceito de marca. Desde a gestão de reputação até a identidade visual, os profissionais de Branding devem sempre ter o consumidor em mente, lembrando sempre de manter a relevância, distintividade, simplicidade, consistência e funcionalidade da marca em todas as esferas do seu desenvolvimento e da sua aplicação.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://void.co.mz/2022/09/15/branding-reputacao-de-marca-ou-identidade-visual/">Branding: Reputação de Marca ou Identidade Visual?</a> first appeared on <a href="https://void.co.mz">VOID</a>.</p><p>O conteúdo <a href="https://void.co.mz/2022/09/15/branding-reputacao-de-marca-ou-identidade-visual/">Branding: Reputação de Marca ou Identidade Visual?</a> aparece primeiro em <a href="https://void.co.mz">VOID</a>.</p>
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		<title>Design Thinking: Uma Ferramenta Para Solução de Problemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giotto Vaz Vassoa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Aug 2022 08:49:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Popularmente, fazer Design confunde-se com o acto de desenhar ou, no mínimo, equivocadamente é referido como o processo que trabalha exclusivamente com as propriedades estéticas de um produto. Mas Design é uma disciplina mais complexa e com mais profundidade do que apenas a subjectividade do exercício do belo. A palavra Design origina da palavra latina [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Popularmente, fazer Design confunde-se com o acto de desenhar ou, no mínimo, equivocadamente é referido como o processo que trabalha exclusivamente com as propriedades estéticas de um produto. Mas Design é uma disciplina mais complexa e com mais profundidade do que apenas a subjectividade do exercício do belo.</p>



<p>A palavra Design origina da palavra latina Designare. Esta, por sua vez, era utilizada para expressar a intenção de desenhar um plano ou projecto. Ou seja, fazer Design é Projectar. E pode-se utilizar este conceito (Design) para definir o acto de planificar (Projectar) qualquer produto, serviço, objecto, solução, etc. É a partir o conceito original de Design que surge o Design Thinking.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Design Thinking?</strong></p>



<p>O Design Thinking é um modelo mental de resolução de problemas que enfatiza a empatia e a compreensão das necessidades dos utilizadores de um produto ou serviço como foco elementar para gerar soluções viáveis. Envolve olhar o mundo através dos olhos dos outros e encontrar soluções para seus problemas, pensando de forma criativa e fora da caixa. O objectivo daqueles que utilizam esta ferramenta é desenvolver produtos, serviços e outros tipos de soluções que sejam simples, fáceis de utilizar e esteticamente agradáveis para facilitar a vida das pessoas, resolvendo seus problemas cotidianos de forma conveniente.</p>



<p>O Design Thinking existe há décadas, mas só recentemente se tornou popular no mundo dos negócios. Sua popularidade cresceu devido à sua eficácia e capacidade de gerar novas ideias.</p>



<p>Design Thinking basea-se fortemente no conceito de empatia. A ideia principal é que o utilizador é quem melhor conhece os problemas que enfrenta e que melhor pode informar ao Designer sobre qual direcção tomar quando se desenha uma solução. Os Designers, por sua vez, seguem o processo por meio de pesquisas, prototipagem e testes das ideias geradas.</p>



<p>Por consequência, o Design Thinking é uma forma eficiente e eficaz de desenvolver soluções para os mais variados tipos de problemas. Tem sido utilizado em diversos campos menos ligados ao que se conhece tradicionalmente sobre o Design como saúde e negócios. Pode ser aplicado a qualquer situação de resolução de problemas em que precise de uma solução inovadora com uma abordagem holística.</p>



<p>O processo de Design Thinking conta com cinco etapas: empatia, definição, idealização, prototipagem e teste.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Empatia</strong></p>



<p>Esta é a fase em que se deseja obter uma compreensão empática do problema que se está a tentar resolver. A empatia é crucial para o processo de Design Thinking, pois esta metodologia é completamente centrada no ser humano e, por esse motivo, exige que se deixe de lado suposições pessoais sobre o mundo e se obtenha uma visão real dos utilizadores e suas necessidades. É aqui que se explora os &#8220;pontos de dor&#8221; de quem vai utilizar a solução e se determina o propósito geral do produto. Nessa fase, obtém-se uma compreensão aprofundada e uma perspectiva humana do problema que se pretende resolver, geralmente por meio de pesquisas viradas aos potenciais utilizadores da solução.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Definição</strong></p>



<p>Esta fase é reservada para identificar os componentes mais críticos da pesquisa e definir o problema. Deve-se reunir todo o material e todas as informações coletadas das pesquisas e entrevistas durante a fase de Empatia. Em seguida, analisa-se as observações e faz-se um resumo para criar uma lista de hipóteses priorizadas que representam os problemas mais importantes para os utilizadores. Usar personas é uma maneira de manter essa abordagem centrada no ser humano em mente à medida que se avança para a fase de Ideação. Persona é essencialmente uma descrição do perfil do utilizador ideal que irá beneficiar da solução que está a ser desenvolvida.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Ideação</strong></p>



<p>Aqui concentra-se no brainstorming para identificar potenciais soluções. Os membros da equipa devem desafiar suposições pessoais e gerar ideias, fazer anotações sobre qualquer coisa que desperte seu interesse como solução, evitando ao máximo julgamento tanto vindo de si mesmo como do resto da equipa que está a participar desse processo. As ideias podem vir de qualquer lugar – do estado actual do problema, de outras necessidades do utilizador final e outras fontes de inspiração. É essencial que novas ideias sejam registadas ao longo desta fase, pois elas podem mudar rapidamente ou novas ideias podem surgir e tirar o foco das ideias antigas&nbsp; – o que significa que é melhor tomar nota em vez de tentar lembrar de tudo sem nenhum registo. Workshops são uma óptima maneira de gerar ideias porque incentivam a rápida iteração, bem como a exploração/discussão das mesmas.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Prototipagem</strong></p>



<p>Nesta fase do processo, a equipa deve começar a tirar as ideias do papel. Para garantir que a solução que se encontrará seja a melhor possível, deve-se produzir algumas versões baratas do produto. Isso pode envolver prototipagem em papel ou produção em pequena escala. É importante criar estes protótipos para testas as ideias em equipas menores e com diferentes tipos de pessoas (de preferência pessoas que não fizeram parte do processo de criação destas ideias). A limitação em termos de recursos não deve ser um problema nesta fase, pois a real intenção deste momento é criar uma versão barata do produto para testar, com baixo risco, se as soluções seleccionadas são válidas para o utilizador, ou seja, falhar rápido para acertar rápido.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Teste</strong></p>



<p>Após cada uma das etapas acima, a fase seguinte é a fase de Teste. Esta fase é importante para registar o feedback daqueles que experimentaram o protótipo do produto/da solução seleccionada. Estes testes devem incluir pessoas que não fizeram parte do processo de desenvolvimento da solução para que não sejam influenciadas no momento de dar o seu feedback (de preferência, os testes devem ser feitos em um tempo e espaço onde as pessoas que participaram também não se encontrem presentes para que estes não influenciem nos resultados). A gestão de mudança de direcção é uma parte fundamental da fase final. Inevitavelmente fará uma mudança radical – e precisa garantir que as mudanças sejam feitas com o mínimo de impacto na equipa trabalhou no processo de Design Thinking. É importante ter em mente sempre que o importante é resolver os problemas dos utilizadores, mesmo que isso signifique desistir de uma ideia que originalmente tenha achado ser a solução para os utilizadores (caso o feedback colhido mostre que não é viável continuar com a ideia prototipada). De qualquer das formas, os resultados colhidos, sejam estes positivos ou negativos, significam que os desenvolvedores da solução agora sabem o que funciona, o que não funciona e podem explorar maneiras de melhorar ainda mais o produto.</p>



<p>O processo de Design não é um processo linear. É possível que tenha de voltar para a fase de prototipagem para tentar tirar do papél uma ideia anteriormente descartada, ou voltar para a fase de ideação para gerar uma nova ideia, ou mesmo pode ser necessário voltar para a fase de empatia para se procurar entender novamente as preocupações dos utilizadores. O importante a se ter em mente é que o Design Thinking é uma ferramenta que coloca no centro as pessoas para quem se está a desenvolver a solução. Enquanto o utilizador final for realmente o coração do processo, a solução também responderá às suas necessidades.</p><p>The post <a href="https://void.co.mz/2022/08/11/design-thinking-uma-ferramenta-para-solucao-de-problemas/">Design Thinking: Uma Ferramenta Para Solução de Problemas</a> first appeared on <a href="https://void.co.mz">VOID</a>.</p><p>O conteúdo <a href="https://void.co.mz/2022/08/11/design-thinking-uma-ferramenta-para-solucao-de-problemas/">Design Thinking: Uma Ferramenta Para Solução de Problemas</a> aparece primeiro em <a href="https://void.co.mz">VOID</a>.</p>
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		<title>Produtividade, Organização e Colaboração: Como ferramentas digitais podem oferecer maior controle em projectos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giotto Vaz Vassoa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2022 06:48:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando se está a trabalhar com equipas num ambiente de startup, é muito importante ter processos bem estabelecidos para manter tudo organizado. Tudo precisa estar claro e em ordem para que se reduza significativamente a quantidade de coisas que não vão tão bem quanto se esperava quando se iniciou a jornada, podendo potencialmente gerar stress [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se está a trabalhar com equipas num ambiente de startup, é muito importante ter processos bem estabelecidos para manter tudo organizado.</p>



<p>Tudo precisa estar claro e em ordem para que se reduza significativamente a quantidade de coisas que não vão tão bem quanto se esperava quando se iniciou a jornada, podendo potencialmente gerar stress que podia ser facilmente evitado.</p>



<p>Esses processos devem ser adotados muito cedo, pois quando não se definem os processos no início, corre-se o risco de começar com um ambiente de trabalho muito desorganizado, onde a comunicação não é clara, a equipa não sabe exatamente como acompanhar e gerir o seu próprio desenvolvimento e desempenho e até mesmo como organizar o que está a ser construído. Coisas como falta de organização afeta não apenas a produtividade como também a escalabilidade. Por exemplo, pode tornar muito difícil para um novo membro saber exatamente como trabalhar ou como entrar nos projetos em que a equipa está envolvida. Primeiro, porque não há nada que seja utilizado para rastrear o trabalho da equipa que o novo membro possa olhar, interpretar, utilizar como referência e entender como ele deve se posicionar para colaborar com os produtos e projetos a partir do ponto em que ele começa a trabalhar dentro da startup.</p>



<p>É por isso que existem ferramentas de produtividade que startups, pequenas e grandes empresas podem e devem utilizar para organizar e gerir seus processos, ter uma comunicação clara e efetiva dentro da equipa e conseguir escalar facilmente se necessário, pois tudo está definido de maneira que seja fácil de rastrear e replicar.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center down is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“<em><em><em>Existem ferramentas de produtividade que podem e devem utilizar para organizar e gerir seus processos, ter uma comunicação clara e efetiva dentro da equipa e conseguir escalar facilmente se necessário.</em></em></em>&#8221; </p>
</blockquote>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Na Void, utilizamos algumas ferramentas que são muito úteis para manter a organização, ajudar a equipa a ser mais produtiva e &#8211; quando chega a hora de um novo membro entrar e se juntar à startup &#8211; ser fácil de escalar. Gostaríamos de compartilhar algumas dessas ferramentas de produtividade para que possa eventualmente aplicá-las no contexto da sua equipa e ajudá-lo a organizar melhor o seu trabalho e ser mais produtivo em geral nos projetos e produtos que estiver envolvido.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Slack</strong></p>



<p>O primeiro produto que utilizamos é o Slack.</p>



<p>Slack é a ferramenta de comunicação de escolha da Void. Ele nos permite trocar mensagens com os membros da equipa e acompanhar os tópicos que são criados em vários projetos de forma segmentada e organizada. Também nos permite separar a comunicação de trabalho da comunicação pessoal. Uma ferramenta de comunicação dedicada ajuda a equipa a ter todas as mensagens centralizadas e voltar a qualquer tópico criado no passado com facilidade.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Jira</strong></p>



<p>Para criação e gestão de tarefas, utilizamos o Jira.</p>



<p>O Jira é a ferramenta que utilizamos para acompanhar todas as tarefas que a equipa tem. Utilizamos tanto para gerir os nossos sprints de desenvolvimento, como em modo kanban para projectos adhoc. Ele nos permite organizar e marcar os membros da equipa que devem trabalhar na tarefa e atualizá-la à medida que o status da mesma muda (e integramos com o Slack para a equipa ser notificada sobre o status da tarefa ou projeto). Também é útil para manter o backlog de tarefas que estão por fazer e o registo de tudo o que foi feito para que a equipa possa voltar a ele, havendo necessidade.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Miro</strong></p>



<p>Outra ferramenta que utilizamos é o Miro.</p>



<p>Usamos o Miro para colaboração. É realmente útil para iterar rapidamente as ideias com os membros da equipa devido ao recurso de post-its, criar moodboards que podem ser facilmente compartilhados e comentados. Também o utilizamos para organizar o nosso plano de comunicação para social media.</p>



<p>O Miro tem muitos recursos de colaboração que podem ajudar equipas com necessidades muito específicas. Por isso, vale a pena conferir e ver se atende alguma necessidade que a sua equipa possa ter.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Google Drive</strong></p>



<p>Uma ferramenta muito conhecida que também utilizamos é o Google Drive. Basicamente a utilizamos para armazenar arquivos e manter os ficheiros organizados. Criamos pastas para diferentes versões dos arquivos nos quais trabalhamos. É bastante simples de utilizar e, em última análise, nos ajuda a ter tudo em um só lugar e consultá-lo quando necessário.</p>



<p>Essas são algumas das ferramentas que fazem parte do dia-a-dia da Void. Apesar delas serem conotadas como ferramentas de produtividade e colaboração, elas podem fazer apenas metade do trabalho necessário para manter as coisas organizadas, a outra metade é a mentalidade e os processos. É muito importante entrar num projeto com a mentalidade de produtividade e organização, pois se não conseguir organizar os produtos e processos sem as ferramentas (em papel), é muito pouco provável que conseguirá organizar com as ferramentas e aproveitá-las a seu favor. Portanto, ao procurar ferramentas de produtividade para o próximo projeto da sua equipa, lembre-se de que a organização precisa começar fora das ferramentas para que as ferramentas possam realmente ser úteis.</p><p>The post <a href="https://void.co.mz/2022/07/13/produtividade-organizacao-e-colaboracao-como-ferramentas-digitais-podem-oferecer-maior-controle-em-projectos/">Produtividade, Organização e Colaboração: Como ferramentas digitais podem oferecer maior controle em projectos</a> first appeared on <a href="https://void.co.mz">VOID</a>.</p><p>O conteúdo <a href="https://void.co.mz/2022/07/13/produtividade-organizacao-e-colaboracao-como-ferramentas-digitais-podem-oferecer-maior-controle-em-projectos/">Produtividade, Organização e Colaboração: Como ferramentas digitais podem oferecer maior controle em projectos</a> aparece primeiro em <a href="https://void.co.mz">VOID</a>.</p>
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